segunda-feira, 4 de julho de 2011

Será que Jesus nasceu em Belém e viveu em Nazaré?




...” A nossa mente, a voz que temos dentro da cabeça que nos diz para fazer isto ou aquilo, que julga que reage às situações, foi criada com uma determinada finalidade. Ajuda-nos do ponto de vista prático. Assim como o nosso sistema imunitário memoriza as características do agressor para debelar os constantes ataques, a principal finalidade da nossa mente é essa. Nunca colocamos a mão no fogo porque sabemos que ele queima. Como sabemos isso? Armazenamos essa informação. Serve também para raciocinarmos. Infelizmente, adulterámos todo o objectivo da criação da mente deixando que ela nos possuísse.

… Estou a dizer que damos demasiado valor ao pensamento. O pensamento existe para efeitos práticos, não para conjunturas ou previsões. O pensamento existe para me dizer que está frio lá fora e por isso tenho de me agasalhar e não para me dizer "Ó diabo, está frio lá fora. Raios partam o tempo". Isso já é um condicionalismo totalmente escusado que vai ter consequências, neste caso, no meu humor. Porque hei-de ficar irritado por estar frio? O clima é o clima”…

Esta passagem pode ilustrar perfeitamente o estilo escorreito e límpido de Luís Miguel Rocha no seu novo romance “A mentira Sagrada”

Comprei-o na 6ª feira e li-o durante o fim-de-semana. Um romance actual sobre um tema que apaixona milhões de pessoas. Os segredos que se escondem nas catacumbas do Vaticano. Esta fórmula já tinha sido experimentada com êxito por Dan Brown.

Este é um romance polémico que apresenta uma versão diferente sobre a vida de Jesus Cristo.  

Uma agradável surpresa.

Se gostaram do género, aconselho este livro. Ainda por cima foi escrito por um Português que já é top do New York Times. 

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